Terça-feira, 21 de julho de 2026|Sorriso, MT

Sorriso: Clube de Tiro expulsa Fábio Serafim investigado por estupro de vulneráveis

O Sorriso Clube de Tiro anunciou o desligamento do associado Fábio Serafim de Oliveira, investigado por crimes relacionados à exploração sexual de crianças e adolescentes. A decisão foi tomada por unanimidade durante uma reunião extraordinária da Diretoria Executiva da entidade.

Conforme a ata divulgada pelo clube, o associado é investigado por estupro de vulnerável, previsto no artigo 217-A do Código Penal, além de crimes relacionados à produção, divulgação e armazenamento de material de exploração sexual infantojuvenil, previstos no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).

Durante a reunião, a diretoria jurídica avaliou que a gravidade dos fatos atribuídos ao investigado e a suposta conduta seriam incompatíveis com as normas e os princípios estabelecidos no Estatuto Social da instituição. Com isso, os diretores presentes se manifestaram favoravelmente ao desligamento do quadro de associados.

Em nota oficial, o Sorriso Clube de Tiro informou que a medida foi adotada em razão da gravidade das acusações investigadas pelas autoridades competentes.

“Reafirmamos nosso compromisso com a ética, a responsabilidade, o cumprimento da legislação e o respeito à sociedade, preservando a integridade institucional do Sorriso Clube de Tiro”, declarou a entidade.

O caso permanece sob investigação. O desligamento do clube é uma medida administrativa e não representa condenação criminal, que depende de decisão da Justiça após o devido processo legal.

Ainda sobre o depoimento de Tafnes Cavaleiro, 19 anos, que está presa juntamente com Fábio Serafim de Oliveira, de 42 anos, por estupro de vulneráveis, o JK tomou conhecimento de mais detalhes do depoimento de Tafnes sobre toda a situação em que ela está envolvida.

Em mais um trecho de seu depoimento, Tafnes diz ter enviado mais de uma vez vídeos das crianças para a esposa de Fábio e que, em uma das ocasiões, Fábio pediu para Tafnes levar uma das menores até o estacionamento de um mercado, onde teria pedido para ela entrar rapidamente no carro para ninguém ver. Após entrar no carro com a menina, ele as levou para longe, que, segundo ela, seria onde ele guardava cavalos.

Quando entraram no carro, Tafnes disse que ela começou a beijar Fábio, mas que não teve relação com ele na
frente da menina, e que, na época, ela estava “se vendendo”.

Em um certo momento, dentro do carro, Fábio olhou para a menina e falou que ela era muito bonitinha e 
Gostosinha e, após pararem numa estrada de terra, Fábio começou a acariciar a menina e teria feito sexo oral na menina e teria passado o pênis na vagina da menina e também mandou a menina fazer sexo oral nele. Neste momento, a menina teria sentido ânsia de vômito e Tafnes teria dito que aquilo era “normal”.

Tafnes ainda relatou que Fábio pediu para ela dizer às crianças que “aquilo” que estava acontecendo era segredo e que não poderia falar para ninguém, senão ela ia ser presa, e que ela também prometeu que daria um Bob Goods para a menina.

Ainda segundo Tafnes, um dia ela estava precisando de dinheiro para consertar o pneu da moto e, então, em um encontro com Fábio, ele mais uma vez mandou que ela e a menina entrassem rápido no carro para que ninguém visse, e, como não tinha nenhum lugar vazio, ele levou as duas para o estacionamento da igreja católica, que fica perto da escola Gente Sabida. E no estacionamento, ele teria feito sexo oral na menina, e mandou a menina fazer sexo oral nele e depois ficou passando o pênis na menina.

Ainda em seu depoimento, Tafnes detalhou como eram os abusos às crianças. Ela ressaltou que teve um caso com Fábio, e que ela, ele e a esposa dele transaram quando ela trabalhava na casa do casal e também fazia serviços no posto de combustíveis.

Após o romance, Fábio começou a oferecer dinheiro para Tafnes para que ela mandasse fotos das meninas. Em um dos pedidos, Tafnes recebeu cerca de R$ 500 para mandar fotos das crianças e, como ela estava sem trabalhar, mandou as fotos que ele pediu.

Ainda em depoimento, Tafnes afirmou que gravava os abusos e enviava os vídeos por WhatsApp para Fábio. Segundo ela, um dia Fábio pediu para que ela enviasse os vídeos para sua esposa.

Tafnes disse que, inicialmente, a esposa dele teria demonstrado surpresa e pedido um áudio para confirmar que era a própria Tafnes que estava enviando as mensagens e, após o envio do áudio e a confirmação, Virginia teria reagido positivamente ao receber os vídeos e ainda teria dito: “que delícia!”.

Tafnes também afirmou que Fábio lhe enviou R$ 500 após o compartilhamento de um dos materiais.

Os envolvidos são investigados por crimes relacionados à produção, ao armazenamento e ao compartilhamento de material de abuso sexual envolvendo crianças e adolescentes. As responsabilidades individuais ainda serão apuradas no decorrer do inquérito.

 

QUEM É A BABÁ?

Tafnes Cavalheiro de Souza, de 19 anos, é a mulher que tirava fotos de crianças menores, até mesmo praticando atos sexuais nas vítimas, e mandava fotos e vídeos, além de aliciar as crianças para Fábio Serafim de Oliveira, empresário do ramo de combustíveis, que foi preso na operação deflagrada na manhã desta quinta em um posto de combustíveis às margens da BR-163.

Em seu interrogatório, Tafnes Cavalheiro de Souza confessou que realmente fez vídeos de conteúdo pornográfico envolvendo duas meninas e enviou as fotos e vídeos para Fábio, e que teria levado uma das crianças até Fábio, e que ele estuprou a menina, praticando atos libidinosos, como passar a língua na vagina da vítima.

Tafnes ainda disse que em alguns dos vídeos houve a participação do seu filho, de 1 ano, que teve reação com a sobrinha, de 4 anos, que deu balinhas e moedas e pediu para ver as partes íntimas da criança.

A Polícia Civil do Estado de Mato Grosso, por intermédio da Delegacia de Polícia de Sorriso, deflagrou, na manhã desta quarta-feira, operação policial para cumprimento de um mandado de prisão preventiva e dois mandados de busca e apreensão, expedidos pelo Poder Judiciário no curso de investigação que apura, em tese, a prática dos crimes de estupro de vulnerável (art. 217-A do Código Penal) e dos delitos previstos nos artigos 240, 241-A e 241-B do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), relacionados à produção, divulgação e armazenamento de material contendo exploração sexual infantojuvenil.

Também foi cumprido mandado de busca e apreensão em relação à esposa de Fábio, investigada por possível participação nos fatos. Em relação a ela, o Poder Judiciário decretou medidas cautelares diversas da prisão, que foram devidamente cumpridas.

Durante o cumprimento das ordens judiciais, os policiais apreenderam diversas armas de fogo e munições, aparelhos celulares, computadores, mídias de armazenamento, chip de sistema de câmeras de segurança, fitas VHS e outros objetos que serão submetidos à perícia e analisados no decorrer da investigação.

A investigação teve início após a prisão de uma mulher suspeita de aliciar menores de idade e fornecer material audiovisual contendo exploração sexual infantil para satisfazer a lascívia de terceiros. A partir da extração dos dados do aparelho celular da investigada e de sua confissão, foi possível identificar o casal alvo da operação realizada nesta data.

As diligências permitiram reunir elementos que indicam, em tese, a existência de vídeos e fotografias envolvendo as vítimas menores de idade e o principal investigado, fatos que fundamentaram a representação pelas medidas cautelares deferidas pelo Poder Judiciário.

A operação contou com a atuação de duas equipes da Polícia Civil de Sorriso, totalizando oito policiais civis e duas viaturas. Os trabalhos também receberam apoio de uma equipe da Secretaria Municipal de Segurança Pública de Sorriso, que empregou aeronave remotamente pilotada (drone) para monitoramento do perímetro, proporcionando maior segurança às equipes durante o cumprimento das ordens judiciais.

As investigações prosseguem para o completo esclarecimento dos fatos, identificação de eventuais coautores e responsabilização criminal de todos os envolvidos.

A Polícia Civil ressalta que as investigações tramitam sob sigilo, em razão da natureza dos crimes e da necessidade de preservação da identidade das vítimas menores de idade.

Infelizmente, hoje a gente deflagrou essa operação, já havia uma investigação pela Delegacia da Mulher, e hoje a gente deflagrou, resultando de estupro de vulnerável, armazenamento de imagens de criança, adolescente, produção de imagens. E ele é um empresário aqui da cidade, do ramo de combustível. E, infelizmente, a gente teve esse caso, mas a gente, pelo menos, conseguiu a prisão dele.

Já foi decorrente de outra investigação, que teve uma prisão semana passada, ou retrasada, não me lembro, de uma suspeita, aí a gente conseguiu chegar a ele, e as investigações continuam. Doutor, a gente sabe que é delicado a forma de falar sobre esse assunto, explica pra gente como que funcionava, parece que pessoas agenciavam crianças pra esse homem. Sim, é isso mesmo.

A presa da semana passada, retrasada, aliciava crianças pra ele, levava pra atos libidinosos, e municiava ele com imagens, com vídeos, chamadas em tempo real, tudo isso relacionado à menores de idade. É verdade que a polícia tem, inclusive, um vídeo onde ele estaria praticando esse ato libidinoso, inclusive com sexo oral, na criança de 4 anos? Sim, infelizmente, é verdade. Tem uma gama de mídia bem vasta, que envolve, entre cenas, vídeos e fotos, enfim, mas é verdade.

No momento da prisão, ele relata alguma coisa, ele nega? Ele negou, tentou negar, depois a gente informou o que tinha, e aí eu acho que a ficha vai caindo aos poucos, como qualquer outra prisão, a tendência é negar de início, depois vai… Ele não chegou a confessar tudo, mas ele disse que foi armação, que armaram pra ele, é tudo nesse sentido. Em relação às vítimas, já se tem uma noção de quantas vítimas foram alvo a esse criminoso? Há quanto tempo que ele faz isso? Há quanto tempo eu não tenho a informação, mas, de experiência profissional, geralmente essas pessoas que têm esse desvio, desde novo, mas nesse caso específico de vítimas, a gente identificou três. Três vítimas até o presente momento, relacionadas diretamente a ele.

Tem imagens que ele armazena, que já é um crime, se armazenar imagens… Tem outras crianças, mas dele especificamente, que a gente identificou, foram três que tiveram contato com ele ou foi direcionado o vídeo para ele. E os pais das crianças? Por exemplo, essa que ele teve o vídeo, em casa dele fazendo sexo oral na criança, os pais estão sabendo? Eles denunciaram? Então, a mãe das crianças ficou sabendo pela… a suspeita era uma amiga dela, que é quem aliciava essas crianças para o suspeito. Ela é uma amiga que estava dentro da casa dessa mãe, a mãe começou a desconfiar, e aí teve uma série de… conseguiu algumas provas, ela foi presa semana passada, como eu disse, a semana passada ou retrasada, enfim.

E a mãe está assim, ela não sabe quem é o suspeito, mas pela narrativa da filha, ela sabia que tinha um homem envolvido e possivelmente mais gente. Mas a identidade dele ela não sabe. Mas já sabe do caso, sabe que as filhas foram, infelizmente, tem conhecimento que as filhas foram abusadas, e por gente da confiança dela que a aliciou.

O senhor sabe qual é o grau de familiaridade dessas vítimas com o suspeito? Não, as vítimas, até agora que a gente identificou, não tem nenhum vítima familiar com o suspeito. Foi uma, como eu disse, uma mulher aliciou essas crianças, que já está presa desde a semana passada. Foi quem aliciou e municiava ele com esses vídeos, que ele pedia os vídeos, pedia para levar em certos locais, para ter atos libidinosos com as crianças.

E ela que municiava os vídeos, mandava, fazia os vídeos com as crianças, filmava, em todo tipo de atos que vocês possam imaginar”.

ANTES

Após a matéria da jovem que foi presa por estuprar as filhas da amiga, quando as vítimas e a suspeita moravam juntas, um familiar da suspeita entrou em contato com o JK para falar sobre a história da suspeita e o que já sofreu quando criança.

Segundo informações de um familiar, a jovem, agora com 19 anos, também já foi estuprada quando tinha 11 anos, no bairro São Domingos.

Na época dos fatos, a PM foi acionada, pois uma multidão corria atrás de um homem que teria abusado de duas meninas (uma delas a suspeita em questão) no bairro São Domingos.

Os policiais foram ao local e conversaram com as crianças que relataram que o suspeito, identificado como Leandro, teria abusado das duas. Uma das vítimas (que é a suspeita) disse que o suspeito pediu para que ela entrasse em sua casa para lavar as louças e, quando ela estava lavando, o suspeito passou a mão nas suas partes íntimas.

Já outra menina, que na época tinha 9 anos, não conseguiu dar detalhes devido ao seu estado emocional, apenas disse que ele a acariciou quando não tinha ninguém por perto, na varanda da sua residência, e que falou para ela não falar nada para ninguém, que ele lhe daria um geladinho.
Momentos depois, os policiais foram informados de que o suspeito estaria cercado por vários outros, em frente à delegacia de Sorriso, e, quando chegaram ao local, os policiais foram informados de que o homem que eles estariam segurando seria Leandro, suspeito do estupro.

Foi então que os policiais deram voz de prisão ao suspeito e entraram com ele na delegacia para preservar sua integridade física e para apresentaá-lo à Polícia Civil.

O pai de uma das vítimas disse que o suspeito também abusava dos filhos e que sua esposa sabia.

O CASO

Uma jovem, de 19 anos, foi presa pela polícia civil após a mãe de duas crianças de 5 e 9 anos procurar a polícia para denunciar que suas filhas foram estupradas quando ela morava em uma casa no bairro São José com a amiga e com o filho da suspeita.

Segundo as informações repassadas ao JK, no final de junho, quando uma parente visitou as crianças e esta parente foi avisada pelas crianças de que, quando elas moravam na casa da suspeita, a suspeita teria fotografado as meninas sem roupas, passado leite condensado em suas partes íntimas e lambido suas partes íntimas, como também obrigou as meninas a praticarem sexo oral em seu filho.

A suspeita também teria levado a menina, de 5 anos, até um homem não identificado, e ele também teria lambido as partes íntimas da menina e a obrigou a fazer sexo oral nele.

O homem não foi identificado pelas crianças e só soube dizer que o suspeito tinha uma caminhonete branca e diversos cavalos.

Segundo uma parente das crianças, ela conhece a suspeita desde pequena e jamais imaginou que ela seria capaz de estuprar as crianças.

DEPOIS DA PRISÃO

A família das crianças que foram estupradas pela amiga da mãe quando elas moravam na casa da suspeita entrou em contato com o JK para relatar mais partes desta história absurda que envolveu duas crianças de 5 e 9 anos e uma jovem de 19 anos, que é a suspeita e está presa.

Segundo os familiares, a investigação revelou que a suspeita havia ensinado as crianças a realizar atos sexuais e tirava fotos como prova. A suspeita foi presa após uma investigação que durou vários dias e envolveu a polícia e a justiça.

A família das vítimas está aliviada com a prisão da suspeita e acredita que ela merece ser punida severamente.

A família também está recebendo apoio psicológico para lidar com o trauma causado pelas ações da suspeita.

A prisão da suspeita é vista como um passo importante para proteger as crianças e prevenir casos semelhantes no futuro.

O que preocupa a família, é que parentes da suspeita estão ameaçando a família das vítimas, coagindo para ficarem com medo e retirarem a denúncia.

“JK vc precisa ver os absurdos q essa louca fazia com uma criança de 5 anos. A menina não pode ver uma caminhonete que ela corre e f ica com muito medo. Ela (a suspeita) obrigava a criança a tentar por todo o órgão daquele mostro na boca e por ela não conseguir ela apanhava”. Disse um familiar.

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