Um homem procurou a delegacia para denunciar ameaças que estaria sofrendo após uma negociação envolvendo a venda e troca de veículos. Segundo ele, o caso começou após a negociação de um veículo GM Vectra, realizada em outubro de 2025.
Conforme relatado, o carro havia sido adquirido anteriormente de terceiros e posteriormente vendido para um homem que, durante o processo de regularização e transferência do veículo, teria constatado uma suposta adulteração no motor, o que impossibilitou a continuidade dos trâmites legais.
Ainda segundo o relato, tentando resolver a situação de forma amigável, o vendedor propôs substituir o veículo por outro automóvel, um GM Omega, também adquirido anteriormente de terceiros. As partes teriam acordado que a transferência do novo veículo seria realizada após a chegada do antigo proprietário, morador de Alta Floresta, responsável por assinar a documentação ou emitir procuração para regularização.
No entanto, o comunicante afirma que, antes da conclusão do processo, passou a receber ameaças. Ele relata que, no dia 21 de abril de 2026, recebeu contatos de um homem que teria se apresentado como integrante de facção criminosa e feito ameaças contra sua integridade física e sua vida, supostamente em nome do comprador do veículo.
O homem informou ainda que outros contatos telefônicos também foram utilizados durante as cobranças e pressões relacionadas à negociação. Segundo ele, pessoas teriam procurado até mesmo antigos endereços vinculados ao comunicante.
A vítima afirma acreditar que as ameaças estejam relacionadas à demora na transferência do veículo substituído, embora sustente que manteve o comprador informado sobre todo o andamento do processo e sobre as dificuldades envolvendo a documentação.
O caso foi registrado na Polícia Civil e deverá ser investigado. As circunstâncias envolvendo a suposta adulteração veicular, as ameaças denunciadas e a participação dos envolvidos serão apuradas pelas autoridades.

