Após um desentendimento decorrente de uma negociação, uma mulher procurou a Polícia Militar para relatar que vem sofrendo ameaças via telefone.
Segundo a comunicante, ela adquiriu uma mesa de madeira resinada, um relógio e uma pia, tendo acordado o pagamento de forma parcelada. No entanto, no momento da última parcela, houve um desentendimento entre as partes.
Em razão disso, ocorreu uma discussão, durante a qual ambas as partes passaram a se ameaçar de morte. A comunicante relatou ainda que o suspeito pegou o relógio e a pia e continua realizando cobranças.
Posteriormente, o suspeito passou a ameaçar o esposo da vítima, afirmando que possui uma pistola e que irá resolver a situação a qualquer custo.
Diante dos fatos, a mulher afirmou estar com medo de que algo mais grave aconteça, motivo pelo qual procurou a Polícia Militar para que sejam adotadas as providências cabíveis.
O OUTRO LADO
Um homem procurou a polícia em Nova Ubiratã para relatar que foi vítima de prejuízo financeiro após um acordo verbal de compra e venda não ser cumprido por um suspeito conhecido como “Café”. Segundo o boletim, o acordo envolvia a venda de uma mesa de madeira, avaliada em R$ 4.000,00; uma pia de madeira, no valor de R$ 1.500,00; e um relógio de madeira, estimado em R$ 900,00, totalizando R$ 6.400,00.
Ainda conforme o relato, o comprador efetuou apenas um pagamento parcial de R$ 2.750,00, ficando um saldo devedor de R$ 3.650,00, que deveria ser quitado em data combinada entre as partes.
A vítima afirmou que, mesmo após diversas tentativas de cobrança e concessão de novos prazos, o suspeito não cumpriu com o acordo. Cerca de 70 dias após a negociação, a dívida continuava em aberto.
Na manhã do dia 2 de abril de 2026, o comunicante tentou novamente resolver a situação de forma amigável, informando inclusive que possuía contas a vencer. No entanto, segundo ele, o suspeito passou a agir com desdém, afirmando que não realizaria o pagamento.
De acordo com o relato, o filho do comprador também teria informado que o pai não pagaria a dívida, alegando ainda que alguns dos objetos, como a pia e o relógio, teriam sido descartados no lixo. Fotografias teriam sido enviadas em tom de deboche.
A vítima relatou ainda que passou a ser tratado com rispidez, sendo orientado a não comparecer mais à residência do suspeito, sob a alegação de que não era bem-vindo. Em tom ofensivo, os objetos foram chamados de “porcaria”, o que, segundo ele, agravou ainda mais a situação.
O pagamento parcial, conforme informado, foi realizado via Pix, utilizando conta vinculada à empresa do filho do suspeito.
Por fim, o suspeito teria declarado que a mesa já havia sido retirada por terceiros, afirmando não se responsabilizar mais pelos bens nem pelo valor restante, causando prejuízo financeiro e material à vítima.
O caso foi registrado e deverá ser apurado pelas autoridades competentes.
