Uma mulher, de 24 anos, que trabalha como garota de programa, procurou a polícia para denunciar que foi agredida e injuriada por um cliente, identificado com as iniciais F.A.K., que se apresentou como técnico, além de quebrar os objetos da casa dela.
Segundo a profissional do sexo, durante a madrugada foi realizar atendimento com o suspeito e, por volta das 03h, enquanto mantinha relação com o suspeito, ele não conseguia manter a excitação, momento em que passou a agredi-la fisicamente. A profissional pediu várias vezes para que ele parasse as agressões, ocasião em que o suspeito puxou seus cabelos com força.
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Diante da situação, a profissional decidiu encerrar o atendimento, solicitando que o cliente se vestisse e deixasse o local. Nesse momento, o suspeito alterou-se, saiu do quarto e passou a exigir a devolução do valor pago pelo programa.
A profissional informou que argumentou ter realizado o atendimento e que, portanto, não devolveria a quantia recebida.
Em seguida, o suspeito passou a ameaçá-la e a proferir ofensas, chamando-a de vagabunda e cadela, afirmando que era melhor ter se relacionado com uma cadela do que com ela.
Não satisfeito, o suspeito passou a danificar móveis da residência, quebrando diversos objetos.
A comunicante advertiu que o local possuía sistema de monitoramento por câmeras e que os fatos estavam sendo gravados.
Após isso, o suspeito tentou dissimular a situação, dizendo que ela deveria entender que estava lidando com um homem.
A profissional procurou a PM para pedir socorro e passou a placa do carro do suspeito, que chegou conduzindo uma caminhonete Hilux, que pertencia a uma empresa de insumos agrícolas e, naquele momento, já havia passado pelo posto da PRF e estava indo em direção ao município de Lucas do Rio Verde.
